
Tecnologia blockchain rastreia produção de cacau em novo projeto na Bahia
A Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) apresentou um plano de recuperação florestal na terça-feira (14). O lançamento ocorreu na cidade de Ilhéus para fortalecer a safra de cacau na região sul da Bahia, que pode ganhar até um reforço da tecnologia blockchain.
Desta forma, o projeto inclui a tecnologia para vigiar todo o trajeto do fruto desde a colheita. Os idealizadores contam com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
Essa iniciativa possui recursos financeiros oriundos do Fundo Global para o Meio Ambiente. A ideia central estimula o cultivo das plantações sob a sombra das árvores nativas da Mata Atlântica.
Tecnologia blockchain e o rastreio do cacau da Bahia
A ferramenta digital guarda os passos da cadeia produtiva com alto grau de segurança contra fraudes documentais. Tais sistemas auxiliam a atestar a procedência das amêndoas para os compradores finais do doce.
Além disso, a autarquia estatal prepara a criação do Centro de Inteligência Territorial (CTI). Esse novo núcleo vai observar os cenários das paisagens em tempo real para orientar os trabalhadores das fazendas.
O molde adotado ratifica a origem limpa do cacau e agrega valor aos itens na prateleira comercial. As medidas ajudam a propagar o modelo chamado cabruca nos ambientes de negócios dentro e fora do Brasil.





